sexta-feira, 24 de março de 2017
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
TURCO SABE GANHAR PRESENTE DE NATAL
TURCO NO BANCO. DEMAIS ESSA!!!
Turco no banco.
O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente: - Eu quer fazê uma embréstimo!!! Surpreso, o gerente pergunta para Salim: - Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto? - Uma real. - Um real? Ah, isso eu mesmo te dou. - Não, não! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real! - Bem, são 12% de juros, para 30 dias... - Zem broblema! Vai Dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina? - Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas. - Bode begá meu Mercedes zerinha, que tá lá fora e deixá guardado no garagem da banco, até eu bagá a embréstimo. Tá bom azim?
- Feito!!!Chegando em Casa, Salim diz para Jamile: - Bronto, nóis já bode viajá bra Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagá doze zentavos.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
COOPERATIVISMO A FORÇA DO SÉCULO XXI
COOPERATIVISMO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
O relatório denominado “Nosso futuro Comum”, apresentado em 1987 por membros das Nações Unidas - ONU, conhecido também como relatório Brundtland, diagnosticou que os países do Norte em detrimento dos países do Sul estavam provocando um forte desequilibro denominado de “insustentabilidade” do planeta e que mais tarde, pós-ECO/92, ganhou o peso e a importância socioeconômico-ambiental de DESENVOLVIMENTO SUTENTÁVEL. O conjunto de interpretações, marcos legais e ações adotadas, advindo desse documento e que irá desaguar agora, dez/09, em Copenhague, representam o ápice e a consagração de um movimento que eclodiu em 1844, portanto 165 anos antes, como contraponto ou movimento alternativo ao modelo econômico vigente na Inglaterra, no berço e no auge da Revolução Industrial, na cidade de Rochdale. O modelo econômico da Revolução Industrial já estava fazendo as suas primeiras vítimas com suas mazelas e seqüelas socioeconômicas, bem como degradando o meio ambiente, quando eclodiu a maior revolução em nível de Inclusão Social, Geração de Trabalho com melhor Distribuição de Renda e Desenvolvimento Local Sustentável já vista na história, tão impactante quanto as revoluções protestante, francesa e a própria revolução industrial, e cuja bandeira é o COOPERATIVISMO, com seus valores, princípios e fundamentos focados na sustentabiliade, uma espécie síntese de Agenda 21, onde o social subordina o econômico, colocando-o em seu devido lugar, resgata e preserva o meio ambiente e a qualidade de vida. Esse espetacular movimento com seus valores, princípios e fundamentos foi criado por 28 tecelôes, seus ideólogos, que já anteviam, num arroubo profético e por inferência, essa catástrofe de ordem planetária.
A Revolução do Cooperativismo como um rastilho de pólvora incendiou preliminarmente toda a Europa, mas em pouco tempo e mais tarde igualmente os outros países e continentes, a ponto de hoje contabilizarmos um terço aproximadamente da população do planeta engajado direita e indiretamente nesse modelo socioeconômico alternativo ao capitalismo industrial, principalmente nos países da União Européia, berço da revolução industrial e, portanto, responsáveis direitos por essa catástrofe de escala mundial, mas que encontraram e encontram na força e no braço do cooperativismo, como princípio socioeconômico, o parceiro ideal para minimizar o nó górdio da insustentabilidade regional.
Duas objetivas perguntas e uma direta resposta sustentável de desenvolvimento e planejamento estratégico:
Pergunta Nº 1: Mas, o que existe de tão extraordinário no princípio socioeconômico do Cooperativismo que lhe confere o perfeito grau de SUSTENTABILIDADE ou BRAÇO OPERACIONAL DA AGENDA 21?
Pergunta Nº 2: A educação do cooperativismo, conforme preceituada em seus valores, princípios e fundamentos, é capaz de minimizar o gravíssimo problema de insustentabilidade do Planeta como preconiza o Relatório acima e a Agenda 21 em suas 4 seções e 40 capítulos e reverter o dantesco quadro de Aquecimento Global e Mudanças Climáticas?
Resposta: SIM. Por ser uma atividade de escala socioeconômica e não individual ou capitalista. Só o Cooperativismo é capaz de suprir, em escala planetária, a grave demanda apresentada no Relatório denominado “Nosso Futuro Comum” em nível de inclusão social, geração de trabalho com melhor distribuição de renda e desenvolvimento local sustentável. Os princípios e os valores que norteiam e implementam o COOPERATIVISMO carregam em seu bojo os processos da Mitigação, de Adaptação e de Transferência de Tecnologia, através de dois de seus sete princípios que é o PRINCÍPIO DA INTERCOOPERAÇÃO e o CUIDADO PELA COMUNIDADE, quebrando, em conequência, a coluna vertebral da INSUSTABILIDADE reinante e ERRADICANDO este nefasto, injusto e dantesco quadro de insustentabilidade em escala planetária, herança dos sistemas econômicos mercantilista e capitalista, sendo este último o principal guardião da revolução industrial, cujo senhor, o “deus lucro”, é o principal responsável por este patético e auto destrutivo estilo de vida, tanto em nível de produção como de consumo.
SEM COOPERATIVISMO O SISTEMA ECONÔMICO DO PLANETA E O PRÓPRIO PLANETA TERRA NÃO TÊM SALVAÇÃO. ESTA É UMA VERDADE INEXORÁVEL.
Em 1844, em Rochadalle, Inglaterra, berço da Revolução Industrial, século XVIII, 28 tecelãos, ideólogos do cooperativismo, agiram localmente, mas pensando por inferência globalmente, vaticinando com suas ações o que adviria no planeta terra oriundo desse maldito modelo econômico, e hoje 165 anos depois, eles provaram que este mundo insano carece planetariamente desse medicamento socioeconômico, cujo efeito colateral é zero e seu princípio ativo erradica a miséria, a pobreza, a exclusão social e preserva o meio ambiente.
Em seu paper “Como Gerar Oportunidades para os Pobres, apresentado no XXI Encontro denominado: ”Na crise global, o novo papel mundial dos BRICs (BRIMCs?) e as oportunidades do Brasil (Crise como oportunidade”, através do Plano de Ação), promovido em maio de 2009 pelo Instituto Nacional de Altos Estudos Estratégicos – INAE, o ilustre professor Roberto Cavalcanti de Albuquerque referendou no bojo da sua brilhante apresentação a proposta de criação de “pólos de cooperativismos e economia solidária”. Não obstante ele reconhecer a importância temporal e espacial dos vetores da Previdência e da Assistência Social como instrumentos de redução da pobreza no Brasil, mas é o vetor da geração de trabalho e renda, segundo ele, que irá efetivamente promover a genuína inclusão social e a cidadania plena, sustentabilidade necessária para o desenvolvimento local.
O relatório denominado “Nosso futuro Comum”, apresentado em 1987 por membros das Nações Unidas - ONU, conhecido também como relatório Brundtland, diagnosticou que os países do Norte em detrimento dos países do Sul estavam provocando um forte desequilibro denominado de “insustentabilidade” do planeta e que mais tarde, pós-ECO/92, ganhou o peso e a importância socioeconômico-ambiental de DESENVOLVIMENTO SUTENTÁVEL. O conjunto de interpretações, marcos legais e ações adotadas, advindo desse documento e que irá desaguar agora, dez/09, em Copenhague, representam o ápice e a consagração de um movimento que eclodiu em 1844, portanto 165 anos antes, como contraponto ou movimento alternativo ao modelo econômico vigente na Inglaterra, no berço e no auge da Revolução Industrial, na cidade de Rochdale. O modelo econômico da Revolução Industrial já estava fazendo as suas primeiras vítimas com suas mazelas e seqüelas socioeconômicas, bem como degradando o meio ambiente, quando eclodiu a maior revolução em nível de Inclusão Social, Geração de Trabalho com melhor Distribuição de Renda e Desenvolvimento Local Sustentável já vista na história, tão impactante quanto as revoluções protestante, francesa e a própria revolução industrial, e cuja bandeira é o COOPERATIVISMO, com seus valores, princípios e fundamentos focados na sustentabiliade, uma espécie síntese de Agenda 21, onde o social subordina o econômico, colocando-o em seu devido lugar, resgata e preserva o meio ambiente e a qualidade de vida. Esse espetacular movimento com seus valores, princípios e fundamentos foi criado por 28 tecelôes, seus ideólogos, que já anteviam, num arroubo profético e por inferência, essa catástrofe de ordem planetária.
A Revolução do Cooperativismo como um rastilho de pólvora incendiou preliminarmente toda a Europa, mas em pouco tempo e mais tarde igualmente os outros países e continentes, a ponto de hoje contabilizarmos um terço aproximadamente da população do planeta engajado direita e indiretamente nesse modelo socioeconômico alternativo ao capitalismo industrial, principalmente nos países da União Européia, berço da revolução industrial e, portanto, responsáveis direitos por essa catástrofe de escala mundial, mas que encontraram e encontram na força e no braço do cooperativismo, como princípio socioeconômico, o parceiro ideal para minimizar o nó górdio da insustentabilidade regional.
Duas objetivas perguntas e uma direta resposta sustentável de desenvolvimento e planejamento estratégico:
Pergunta Nº 1: Mas, o que existe de tão extraordinário no princípio socioeconômico do Cooperativismo que lhe confere o perfeito grau de SUSTENTABILIDADE ou BRAÇO OPERACIONAL DA AGENDA 21?
Pergunta Nº 2: A educação do cooperativismo, conforme preceituada em seus valores, princípios e fundamentos, é capaz de minimizar o gravíssimo problema de insustentabilidade do Planeta como preconiza o Relatório acima e a Agenda 21 em suas 4 seções e 40 capítulos e reverter o dantesco quadro de Aquecimento Global e Mudanças Climáticas?
Resposta: SIM. Por ser uma atividade de escala socioeconômica e não individual ou capitalista. Só o Cooperativismo é capaz de suprir, em escala planetária, a grave demanda apresentada no Relatório denominado “Nosso Futuro Comum” em nível de inclusão social, geração de trabalho com melhor distribuição de renda e desenvolvimento local sustentável. Os princípios e os valores que norteiam e implementam o COOPERATIVISMO carregam em seu bojo os processos da Mitigação, de Adaptação e de Transferência de Tecnologia, através de dois de seus sete princípios que é o PRINCÍPIO DA INTERCOOPERAÇÃO e o CUIDADO PELA COMUNIDADE, quebrando, em conequência, a coluna vertebral da INSUSTABILIDADE reinante e ERRADICANDO este nefasto, injusto e dantesco quadro de insustentabilidade em escala planetária, herança dos sistemas econômicos mercantilista e capitalista, sendo este último o principal guardião da revolução industrial, cujo senhor, o “deus lucro”, é o principal responsável por este patético e auto destrutivo estilo de vida, tanto em nível de produção como de consumo.
SEM COOPERATIVISMO O SISTEMA ECONÔMICO DO PLANETA E O PRÓPRIO PLANETA TERRA NÃO TÊM SALVAÇÃO. ESTA É UMA VERDADE INEXORÁVEL.
Em 1844, em Rochadalle, Inglaterra, berço da Revolução Industrial, século XVIII, 28 tecelãos, ideólogos do cooperativismo, agiram localmente, mas pensando por inferência globalmente, vaticinando com suas ações o que adviria no planeta terra oriundo desse maldito modelo econômico, e hoje 165 anos depois, eles provaram que este mundo insano carece planetariamente desse medicamento socioeconômico, cujo efeito colateral é zero e seu princípio ativo erradica a miséria, a pobreza, a exclusão social e preserva o meio ambiente.
Em seu paper “Como Gerar Oportunidades para os Pobres, apresentado no XXI Encontro denominado: ”Na crise global, o novo papel mundial dos BRICs (BRIMCs?) e as oportunidades do Brasil (Crise como oportunidade”, através do Plano de Ação), promovido em maio de 2009 pelo Instituto Nacional de Altos Estudos Estratégicos – INAE, o ilustre professor Roberto Cavalcanti de Albuquerque referendou no bojo da sua brilhante apresentação a proposta de criação de “pólos de cooperativismos e economia solidária”. Não obstante ele reconhecer a importância temporal e espacial dos vetores da Previdência e da Assistência Social como instrumentos de redução da pobreza no Brasil, mas é o vetor da geração de trabalho e renda, segundo ele, que irá efetivamente promover a genuína inclusão social e a cidadania plena, sustentabilidade necessária para o desenvolvimento local.
Autoria: Jorge Barros
Especialisa em Planejmento Estratégico.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O crime organizado!!! Você precisa saber...
Esse cidadão merece nossos aplausos. Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã, cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. 'A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.' Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas. Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País. Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares, 3 mansões - uma, em Ponta Porã, avaliada em R$ 5,8 milhões - 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada.' Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão emulta de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda. Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.'
'Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.' No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. 'Estou valorizado', brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. 'No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.' É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família - mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. 'Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada.' Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. 'Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.' Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu 'bunker', auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão emulta de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda. Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o 'rei da soja' no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. 'As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.' O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha 'dever de ofício' enfrentar o narcotráfico. 'Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.'
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
PROJETO DE LEI DO SENADO 480/2007
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica. Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014. Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.
JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo; b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas. c) financeiro: evitará a "evasão legal" de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação; d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo -, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto. Sala das Sessões, 16 de maio de 2007 Senador CRISTOVAM BUARQUE Publicado no Diário do Senado federal de 17/08/2007
Você pode ler o projeto no endereço: http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166
A tramitação "Identificação da Matéria PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007 Autor SENADOR - Cristovam Buarque. Ementa Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014. Data de apresentação 16/08/2007. Situação atual Local:17/11/2008 - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: 29/05/2008 - PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃOIndexação da matéria Indexação: FIXAÇÃO, OBRIGATORIEDADE, AGENTE PÚBLICO, OCUPANTE, CARGO ELETIVO, EXECUTIVO, LEGISLATIVO, REPÚBLICA FEDERATIVA, ESTADOS, (DF), MUNICÍPIOS, MATRÍCULA, FILHOS, DEPENDENTE, ESCOLA PÚBLICA, EDUCAÇÃO BÁSICA, ENSINO FUNDAMENTAL, ENSINO DE PRIMEIRO GRAU, DEFINIÇÃO, PRAZO MÁXIMO, APLICAÇÃO, NORMAS. Sumário da Tramitação: Em tramitação Despacho Nº 1. Despacho Inicial(SF) CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania(SF) CE - Comissão de Educação, Cultura e EsporteComissões CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Relatores: Romeu Tuma (encerrado em 17/10/2007 -Redistribuição)Antonio Carlos Valadares (atual): Prazos 20/08/2007 - 24/08/2007 - Recebimento de emendas perante as Comissões (CCJ) (Art.122, II, "c", do RISF)
TRAMITAÇÕES (ordem ascendente de data)16/08/2007 PLEG - PROTOCOLO LEGISLATIVO. Este processo contém 04 (quatro) folhas numeradas e rubricadas.16/08/2007 ATA-PLEN - SUBSECRETARIA DE ATA - PLENÁRIO. Leitura. Às Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e de Educação, cabendo à última a decisão terminativa. A matéria poderá receber emendas por um período de cinco dias úteis, perante a primeira Comissão, após sua publicação e distribuição em avulsos. Ao PLEG, com destino à CCJ; posteriormente, à CE, em decisão terminativa. Publicação em 17/08/2007 no DSF Página(s): 27825 - 27826 ( Ver Diário )17/08/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: AGUARDANDO RECEBIMENTO DE EMENDAS. Matéria sobre a Mesa desta Comissão aguardando abertura de prazo para apresentação de emendas e posterior distribuição. 20/08/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Situação: AGUARDANDO RECEBIMENTO DE EMENDAS. Prazo para apresentação de Emendas: Primeiro dia: 20.08.2007 Último dia: 24.08.200727/08/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATORNão foram oferecidas emendas no prazo regimental. Matéria aguardando distribuição. 21/09/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: MATÉRIA COM A RELATORIA. Distribuído ao Senador Romeu Tuma para emitir relatório. Senado Federal Secretaria-Geral da Mesa. Atividade Legislativa - Tramitação de Matérias Impresso em 13/02/2009 04:34h Sistema de Tramitação de Matérias - PLS 00480 / 2007 116/10/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Situação: PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO. Recebido o Relatório do Senador Romeu Tuma com voto pela rejeição do Projeto.17/10/2007 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR. Matéria aguardando redistribuição, em virtude de o Senador Romeu Tuma não mais pertencer à CCJ.11/02/2008 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: MATÉRIA COM A RELATORIA. Redistribuído ao Senador Antonio Carlos Valadares para emitir relatório.29/05/2008 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e CidadaniaSituação: PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO. Devolvido pelo Senador Antonio Carlos Valadares, com apresentação de Requerimento de realização deAudiência Pública para instrução da matéria.
17/11/2008 CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Grandes fatos históricos...
Em 1787, nascia Ana Joaquina Jansen Pereira Leite - a D. Ana Jansen ou Donana.
Nascida pobre, conhece a orfandade ainda muito cedo devido à morte de seu pai. O casamento com o coronel Isidoro Rodrigues Pereira lhe trouxe fortuna e anos mandou mandou no Maranhão. Além de fazer crescer a sua fortuna, foi figura marcante nos embates políticos e na vida administrativa da província.
Enviuvada, D. Ana Jansen casa-se em 1825, desta vez com o negociante Antonio Xavier da Slva Leite. Teve filhos apenas do primeiro casamento, num total de 06, dos onze que concebeu.
...............................................................................................................................................................................
No século XVII, Thomas Robert Malthus - nascido em 1766 e falecido em 1834 - (filho de latifundiário, culto, amigo dos iluministas David Hume, inglês, e de J.J. Rosseau) em sua obra Um Ensaio sobre a População, buscou explicações para os problemas do crescimento populacional, colocando as bases daquilo que, mais tarde, ficaria conhecido como a "explosão demográfica". Malthus descreveu a chamada Lei da População, onde disse que a produção de alimentos crescia em progressão aritimética ( 1,2,3,4,5.............) e a população mundial cresceria em progressão geométrica (1,2,4,8,16,32.................). Consequências? Em breve haveria mais gente do que alimentos disponíveis. A fome seria inevitável. Para evitar tal situação só a atuação de freios "preventivos", de cunho moral, tais como abstinência e casamento tardio, poderiam dar resultados palpáveis.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Entrevistando Deus...
Sonhei que tinha marcado uma entrevista com Deus.
Entre, falou Deus! Então, você gostaria de me entrevistar?
Se você tiver um tempinho, disse-lhe eu.
Deus sorriu e falou:
Meu tempo é eterno, suficiente para fazer todas as coisas; que pergunta você tem prá me fazer?
O que mais o surpreende na humanidade? perguntei.
Deus respondeu:
Que se aborreçam de ser crianças e queiram logo crescer e aí desejam ser crianças outra vez. Que desperdicem a saúde para fazer dinheiro e aí percam dinheiro para restaurar a saúde. Que pensem ansiosamente sobre o futuro, esqueçam o presente e, dessa forma, não vivam nem o presente, nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e que morram como se nunca tivessem vividos.
Em seguida, a mão de Deus segurou a minha e por um instante ficamos silenciosos. Então eu perguntei:
Como Pai, quais as lições de vida que você quer que seus filhos aprendam?
Com um sorriso, Deus respondeu:
Que aprendam que não podem fazer com que ninguém os ame. O que podem fazer é que se deixem amar; que aprendam que o mais valioso não é o que têm na vida, mas quem têm na vida; que aprendam que não é bom se compararem uns com os outros. Todos serão julgados individualmente sobre seus próprios méritos, não como um grupo a base de comparação!
Que aprendam que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas aquela qaque precisa menos; que aprendam que só é preciso alguns segundos para abrir profundas feridas nas pessoas amadas e que são necessários muitos anos para curá-las; que aprendam a perdoar, praticando o perdão; que simplesmente não sabem como expressar ou demonstrar seus sentimentos; que aprendam que dinheiro pode comprar tudo, exceto a felicidade; que aprendam que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la totalmente diferente; que aprendam que um amigo vedadeiro é alguém que sabe tudo sobre eles e gosta deles mesmo assim; que aprendam que não é suficiente que eles sejam perdoados, mas que se perdoem a si mesmo.
Por um tempo, permaneci sentado, mudo, desfrutando aquele momento. Agradeci em pensamento a ele pelo seu tempo e por todas as coisas que ele tem feito por mim e pela minha família, por meus amigos e por todos os que nem conheço.
Ele respondeu:
Não tem de quê. Estou sempre aqui, 24 horas por dia. Tudo o que você tem a fazer é chamar por mim e eu virei.
Você pode esquecer o que eu disse; você pode esquecer o que eu fiz; mas jamais você esquecerá como eu te fiz sentir com estas palavras. Então, por favor, arranje um tempo para passar isto que escrevi para aqueles de quem você gosta!!! ....(autor desconhecido)
Assinar:
Postagens (Atom)
