segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O Barco passa empurrado pelo vento, por sobre a força das águas.



Nos últimos anos, pudemos ver um turbilhão de fatos políticos. Históricos, mas na maioria alarmantes. Assim o Estado do Maranhão vive seus altos e baixos. Acredito nas Instituições, pois estas são permanentes. Duvido das pessoas, pois estas são passageiras. Vivendo agora uma nova experiência, o Maranhão Cooperativista poderá enfim, prover seu povo desse instrumento apaixonante, e acompanhar num futuro bem próximo outros Estados, como o Paraná por exemplo, que abriga perto de um milhão de empregos neste seguimento. Uma nova Diretoria assumiu a entidade, já providenciou junto à Assembléia Legislativa do Estado, através do jovem, mas experiente Deputado Jura Filho (ex-Vice Governador) a formulação da Lei do Cooperativismo do Estado do Maranhão e a formatação da Bancada Parlamentar do Cooperativismo Maranhense. Nosso Maranhão tem 37 anos de cooperativismo, mais não tem um bom exemplo para demonstrar, vive no ostracismo, não tinha sequer sua Lei Estadual do Cooperativismo e nem sua Bancada Parlamentar, instrumentos de grande valor e que todos Estados da Federação já os possuem. Se voce conhece um bom exemplo, notifique! Recentemente, os escândalos acontecidos na OCEMA-Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Maranhão, levaram a ex-presidente, Adalva Monteiro à prisão pela Polícia Federal, acusada de malversação de verbas públicas, oriundas do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Cooperativismo-MAPA, na ordem de 7.8 milhões, veja quadros em anexo. É certo que no país a impunidade tem levado vantagens sobre a punição em si. Mas será vergonhoso a justiça deixar barato esse caso e a culpada, responsável pelos desvios (coforme noticiado - veja em anexo), impune e zombando dos magistrados!!! e do próprio governo federal.
Adalva Monteiro é presa pela PF por malversação de verbas federais
23 de julho de 2009 às 10:44
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Por Jully Camilo - JP Maranhão.
A Polícia Federal prendeu na manhã de ontem, a advogada paraibana Adalva Alves Monteiro, 67 anos, em sua residência. Adalva é presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Maranhão (Ocema) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/MA), no Maranhão. Sua prisão foi decretada no último dia 13, pela 1ª Vara da Justiça Federal, por malversação de verbas federais e crime de ameaça. As fraudes ocorrem desde 2003, no entanto, a advogada só começou a ser investigada ano passado quando foi alvo de inúmeras denúncias por fraudes em licitações e diárias de viagens que não ocorriam.
De acordo com o superintendente da PF, Fernando Segóvia, servidores do Sescoop pediram proteção ao Ministério Publico e à Polícia Federal para formalizarem as denúncias sobre fraude em licitações e desvio de verba federal. "Ela estava ameaçando tanto os servidores do Sescoop quanto da Controladoria Geral da União (CGU), ligando inclusive para a residência dos mesmos afirmando 'que as denúncias em Brasília não iam ficar de graça para ninguém'. Na realidade, ela recebia verba federal para desenvolver trabalhos de aprendizagem e fomento das cooperativas, mas sempre dava um jeito de desviá-la"
Segundo a CGU, constam irregularidades e falhas nas prestações de contas de oito convênios entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e as duas entidades, Ocema e Sescoop, das quais Adalva é presidente. Com a primeira, constam seis convênios, e com a segunda, dois. O total de recursos irregulares chega a R$ 7,8 milhões. Mas, a quantia real que pode ter sido desviada desse montante ainda está sendo levantada.
Adalva Monteiro foi candidata a deputada federal, no Maranhão, nas Eleições de 2006. Ela está presa preventivamente na sede da PF, no bairro Cohama.
Foto: Júnior Foicinha
Adalva Monteiro presa na Superintendência da Polícia Federal

São Luís / Polícia Federal
22/07/2009 - 12h42
Adalva Monteiro é presa por irregularidades em convênios
Ela é presidente da Ocema e Sescoop/MA, que receberam R$ 7,8 milhões do Mapa.
Roberta Gomes/ Imirante
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Foto: Paulo Soares/ O Estado
SÃO LUÍS - Foi presa, na manhã desta quarta-feira (22), pela Polícia Federal, Adalva Alves Monteiro, presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Maranhão (Ocema) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/MA), no Maranhão. A prisão dela foi decretada no último dia 13, pela 1ª Vara da Justiça Federal, por malversação de verbas federais. Ela está sendo investigada desde o ano passado.
Adalva Alves Monteiro foi presa por agentes da PF na sua casa, por volta das 9h30. Ela, por enquanto, está detida na seda da Polícia Federal, na Cohama, mas deve ser encaminhada para um estabelecimento prisional que ainda será definido.
Segundo informações da Justiça Federal, constam irregularidades e falhas na prestação de contas de oito convênios entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e as duas entidades, Ocema e Sescoop. Com a primeira, constam seis convênios, e com a segunda, dois. O total de recursos irregulares chega a R$ 7,8 milhões. Ainda será investigada a quantia que pode ter sido desviada desse montante.
Adalva Alves Monteiro tem 67 anos, é natural da Paraíba e é advogada. Ela foi candidata a deputado federal, no Maranhão, nas Eleições de 2006, pelo Partido Humanista da Solidariedade.

Prisão:
Em entrevista à Rádio Mirante AM, o superintendente da Polícia Federal, Fernando Sergóvia, explicou os motivos que levaram a PF a prender Adalva Alves Moreira. Segundo o superintendente, Adalva foi presa por realizar ameaças contra funcionários da Sescoop/MA. Ainda de acordo com informações de Sergóvia, a PF está investigando licitações feitas pela Sescoop.
- As denúncias estão todas apuradas pela CGU (Controladoria Geral da União), mas elas serão ligadas às licitações da Sescoop/MA e também à questão das diárias mesmo sem viajar ou mesmo sem realizar qualquer tipo de trabalho. Alem das licitações de contratações da Sescoop. Ela [Adalva] está presa por causa das ameaças de morte que ela fez a servidores que denunciaram isso [as irregularidades] e também servidores da CGU de Brasília, que vieram para cá e sofreram ameaças – explicou o superintendente.
Fernando Segóvia disse que a CGU vem investigando o caso desde o ano passado. No entanto, foi constatado que as irregularidades acontecem desde de 2003.
- A CGU começou a investigação no ano passado [2008]. Com o andar das investigações eles viram que desde 2003 existem irregularidades dentro da Sescoop no Maranhão – revelou.

Para o saboreio dos ungidos, um grande poema do universal poeta chinez Li Po, nascido em 701 d.c. em algum lugar da Ásia Central.
De um cântaro de vinho entre flores
Eu bebia sozinho. Ninguém comigo
E então, erguendo minha taça, pedi à clara Lua
Que trouxesse minha sombra e fizesse de nós, três.
Ai de mim, a Lua não soube beber,
E minha sombra pendeu de mim ociosamente.
Ainda assim, por momentos tive amigos
Para me animar no fim de primavera...
Cantei. A lua me estimulou.
Dancei. Minha sombra cambaleou atrás.
Tanto quanto soube, fomos joviais companheiros.
Depois fiquei bêbado, e nos perdemos.
Juarez Cavalcante.



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